terça-feira, 28 de maio de 2013
A bater mal já estou
Tenho receio de estar a ver as coisas exactamente como elas são: vocês só vão dar conta quando eu enlouquecer de vez, quando vocês me fizerem enlouquecer de vez! E depois????? Não me dêem tréguas não, depois queixem-se. Estou farta desta bodega toda. Só posso dizer que não estou a exagerar nem um cadinho quando digo que estou mesmo a começar a BATER MUITO MAL, não foi por falta de tentativas em contrário, mas se em vez de ajudarem só me fazem sentir pior em merdinhas que até dá vergonha de imaginar, depois no resultado havemos de ver. É muito pedir que mantenham o minimo de coerencia, está mais que visto. Mas se não dá para que os pormenores não existam, esses pormenores, então eu levanto mãos ao tecto e F**** para esta cena toda. Se sou o que sou, se cheguei onde cheguei, não foi por culpa minha e cada qual leva com as suas consequências quanto a isso. É o que tenho a dizer por agora
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Cruzes credo canhoto e por ai ou mais
Toca o despertador e os olhos não
querem abrir… não, não é sono, estou bem acordada, é pouca vontade de ir para
onde o destino me irá levar… de olhos fechados, o dia passa-me pela mente, como
recordação, como se fosse de noite e eu estivesse a recordar o dia que passou…
sim, porque é o mesmo, pormenor aqui ou ali, mas o resumo é praticamente igual.
Então vejamos, assim que ganhar
coragem para enfrentar o pesar do meu peito, finalmente ponho-me a pé,
limitando-me a deambular tipo morta-viva, vencida pelo cansaço acumulado de uma
rotina que não é escolha minha… o intervalo entre isso e sair de casa fica de
fora, não interessa…
Saindo de casa esperam-me esses
longos 22 kms, que à partida podem parecer coisa pouca, não fosse a minha
vontade consumida, parecendo-me uma longa viagem.
Percorridos esses kms chego ao
meu ponto de chegada e partida.
Aí, tenho de chegar na incerteza
de disposição alheia, apesar do enjoo de tudo igual, sempre e sempre as mesmas
caras, cujos traços já os conheço até há mais escondida ruga, salvo pequenitas
excepções que não causam enjoo, por enquanto…
Aqui, ora faço qualquer coisa,
ora passo o dia a olhar para o boneco, diria a coça-los mas deixo isso para
quem os tem, que aliás, fartam-se de o fazer… e tomar banho não? Essa vontade
louca de se coçarem com certeza passará… ah não, desculpem, têm tanta vontade
de fazer alguma coisa de útil quanto eu…
A vontade de fazer o que
supostamente devia fazer evaporou-se faz tempo, juntamente com tudo que o meu
peito tinha lá dentro, foi nessa altura que o meu coração desistiu do mundo e
das pessoas que até aí eram mais… “o
coração foi feito para bater, não para apanhar”, e o meu cansou-se de ter
sempre o oposto…
Adiante, voltando ao tema, venho
para aqui apenas e só para marcar presença, na esperança que não dêem por mim.
Olha a incoerência, marcar presença esperando que a presença não seja notada,
vê se pode.
E fico basicamente à espera da
hora de partida, para mais esses 22kms ao inverso, para ir a casa comer, dormir
(engraçada essa de dormir) e esperar pelo dia seguinte, que como já se
entendeu, é no fundo, ler isto tudo de novo.
Calha bem, o livro da minha vida
é rápido de se escrever, cá está ele, se quisesse escrever um diário bastava
copiar e colar isto (como as pessoas fazem para testes e afins) em várias
paginas, alterando tão somente… a data…
E venho eu, de um jejum de
escrita de tanto tempo, para escrever sobre rotina só por si cansativa e
desprovida de qualquer apontamento positivo… isso menina, mete o dedo na ferida
para ela abrir mais, oh sua sadomasoquista
sexta-feira, 10 de maio de 2013
October
October
I can't run anymore,
I fall before you,
Here I am,
I have nothing left,
Though I've tried to forget,
You're all that I am,
Take me home,
I'm through fighting it,
Broken,
Lifeless,
I give up,
You're my only strength,
Without you,
I can't go on,
Anymore,
Ever again.
My only hope,
(All the times I've tried)
My only peace,
(To walk away from you)
My only joy,
My only strength,
(I fall into your abounding grace)
My only power,
My only life,
(And love is where I am)
My only love.
I can't run anymore,
I give myself to you,
I'm sorry,
I'm sorry,
In all my bitterness,
I ignored,
All that's real and true,
All I need is you,
When night falls on me,
I'll not close my eyes,
I'm too alive,
And you're too strong,
I can't lie anymore,
I fall down before you,
I'm sorry,
I'm sorry.
My only hope,
(All the times I've tried)
My only peace,
(To walk away from you)
My only joy,
My only strength,
(I fall into your abounding grace)
My only power,
My only life,
(And love is where I am)
My only love.
Constantly ignoring,
The pain consuming me,
But this time it's cut too deep,
I'll never stray again.
My only hope,
(All the times I've tried)
My only peace,
(To walk away from you)
My only joy,
My only strength,
(I fall into your abounding grace)
My only power,
My only life,
(And love is where I am)
My only love,
My only hope,
(All the times I've tried)
My only peace,
(To walk away from you)
My only joy,
My only strength,
(I fall into your abounding grace)
My only power,
My only life,
(And love is where I am)
My only love
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Evanescence - Lies
Bound at every limb
By my shackles of fear
Sealed with lies through so many tears
Lost from within, pursuing the end
I fight for the chance to be lied to again
You will never be strong enough
You will never be good enough
You were never conceived in love
You will not rise above
They'll never see, I'll never be
I struggle on and on to feed this hunger
Burning deep inside of me
But through my tears breaks a blinding light
Birthing a dawn to this endless night
Arms outstretched awaiting me
An open embrace upon a bleeding tree
Rest in me and I'll comfort you
I've lived and I died for you
Abide in me and I'll vow to you
I will never forsake you
They'll never see, I'll never be
I struggle on and on to feed this hunger
Burning deep inside of me
They'll never see, I'll never be
I struggle on and on to feed this hunger
Burning deep inside of me
Rest in me, I'll comfort you
I have lived, I died for you
Abide in me, I'll vow to you
I will never forsake you
They'll never see, I'll never be
I struggle on and on to feed this hunger
Burning deep inside of me
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